
Foto por: António de Matos
Máquina: Cannon Power Shot S50
Local: Aldeia de João Pires
Montagem: João de Matos
Programa: Picasa
Verdadeiramente não sabemos qual é o nosso toque,
Olhamo-nos e isso é tudo!
Como se ama por quem se desconhece?
O vazio do espírito dói, mas o verde, azul e o branco do que podemos ver e tocar é suficiente!
Foto por: José Pinto Ribeiro
Modelos: Joana Arez e João de Matos
Máquina: ...
Local: ESTUDIOS JPR
Programa: Picasa
Ao vente pertence o futuro
A nós, um simples momento
Instantes loucos e pura imaginação
Ou de ardente e mordaz prazer
Ninguém rouba nada, ninguém nos tira nada
São tudo sensações vividas
Nunca serão esquecidas!
Obrigado Carlinhos pela inspiração!
Lov'ya bro!

Foto por: José Pinto Ribeiro
Modelos: Joana Arez e João de Matos
Máquina: ...
Local: ESTUDIOS JPR
Programa: Picasa
Talvez seja um sonho
Ou simplesmente um sorriso…
Talvez tenha sido pelas palavras simples
Que me disseste ou pensaste em dizer,
Talvez um dia isto
Estará perdido
Ou mesmo esquecido
Talvez por um único instante
Possa sentir-te mais uma vez…

Foto por: José Pinto Ribeiro
Modelos: Joana Arez e João de Matos
Máquina: ...
Local: ESTUDIOS JPR
Programa: Picasa
Do teu corpo ardente, quente,
Fingiste ser o que não eras
Fugiste do que significavas para nós.
Estranhei por não teres entrado no meu mundo
Por esses passos largos,
De traços marcantes.
Esperava melhor

Foto por: José Pinto Ribeiro
Modelos: Joana Arez e João de Matos
Máquina: ...
Local: ESTUDIOS JPR
Programa: Picasa
Entreguei-me à razão, pensei.
Não sei o que é o desejo
Despedi-me de ti…
Agradeço-te por me ouvires,
Escutares e nunca dizer ‘adeus’.
Olha-me e vê-me, tenta por me igual a ti!
O teu sentimento é forte
O teu amar é tudo!
Foto por: João de Matos
Modelo: Ana Margarida Borrego (Obrigado novamente Prima!)
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Charneca de Caparica
Programa: Casio Digital Camerca Software
Música: Crença - Liricus Prodigious deaturing Vânia
Tu, tu podes ser tudo
Mas não és nada
Não és mais nada de que um corpo ardente
Sentado numa silha dada
És um vazio de uma mistura vaga
Tiras-me a solidão
Mas não me fazes companhia
Afinal, quem és tu em mim?

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Praia da Rocha (Portimão)
Programa: Casio Digital Camerca Software
Música: Asas (elétricas) - Gnr
Espanto-me por não saberem o que é o amor
Sem motivo não sabem o que é
Eu também não seu exactamente!
Dizem que nasce e arde dentro e fora de nós
Dizem que é perdoar sabendo chorar
O amor é sabermos ser impunes a um beijo
O amor é querer morrer dentro dele
É uma marca!


Foto por: João de Matos
Modelo: Ricardo Borrego (Obrigado Primo!)
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Charneca de Caparica
Programa: Casio Digital Camerca Software
Música: Put my Records On
Nada arranjado, sem cabelo tratado ou mesmo penteado, o teu corpo está húmido e suado, o teu cabelo escondia a tua verdadeira expressão. O teu espelho não está longe, mas ninguém chega lá para te ver. É um sítio mítico: negro e luminoso. A Luz ou a escuridão cegam-me; o olhar invade-me o espírito. Sou perseguido pelo que desejo ver, mas não consigo tocar, não sei porquê. O espelho começa afastar-se e deixo também de me ver. Desapareço.

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Charneca de Caparica
Programa: Casio Digital Camerca Software
Música: FutureSex/LoveSounds (J.T.)
Numa flor branca com pintas nada há acrescentar. Ela tem tudo. O branco, o bege, o vermelho, o encarnado e até pós de perlimpimpim.
Mas não será só e apenas uma flor. Depois de morta será como uma erva daninha: o fim é todo o mesmo.

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Modelo: Maria Lopes Moiteira
Local: Charneca da Caparica
Programa: Casio Exilim 3.2 Software
Música: All Good Things (Nelly Furtado feat Chris Martin)
Cada ruga segue o seu caminho e conta-nos a sua história. Cada história foi uma aprendizagem. Os olhos da velha triste e doente mostram-nos o que vida a fez passar. Ela teve momentos bons, ela teve momentos maus. Se falasse contaria muita coisa, ensinaria muita coisa. Podemos descobrir a sua história agora pelo olhar, pela expressão, pelos actos dos sentidos…

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Modelo: João de Matos
Local: Charneca da Caparica
Programa: Casio Exilim 3.2
Música: Undercover (Nelly Furtado)
Às vezes não esperamos tal coisa. Às vezes chocamo-nos com o que vimos. Mas, se o temos porque não mostra-lo? Não há longe nem distancia com o toque. O corpo é quente e húmido. O toque quer-se meigo e forte. Os espíritos querem-se abertos. Há lugares que nós ainda não conhecemos. Há lugares que nós nunca imaginamos vir a encontrar.
Tudo anda à paisana.

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Praia da Rocha (Portimão)
Programa: Casio Exilim 3.2
Música: Lucky (The Hoobastank)
Só mesmo a flor.

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Modelo: João de Matos
Local: Praia da Rocha (Portimão)
Programa: Casio Exilim 3.2
Música: Try (Nelly Furtado)
Dói, dói muito, mas vais passar, vais ver. Acontece em qualquer menino, pequenino ou grande. Há sempre a primeira vez. Desta vez foi a tua. Não querias ficar grande nunca tivesses sangrado pela primeira vez, pois não? OS grandes também tem a suas primeiras vezes, também são mexidos pelos senhores doutores. Pelas mãos deles, pelos dedos deles. Vá, vamos, está na hora de ir ao senhor doutor tratar dessa feridinha.

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Lisboa Celém
Programa: Canon Powershot S50 Ai AF
Música: No hay igual (Nelly Furtado)
Cinco gaivotas sobrevoam a capital. Procuram alimento. Procuram comida. Procuram verde. Será que há? Num lugar tão movimentado tão sujo e tão vagabundo, onde elas vão encontrar alimento? Os elementos decorativos de um complexo cultural podem ser a resposta. Afinal, estes edifícios não servem só para a mediocridade das pessoas, que vão visitar tais espaços só para se gabarem de um certo e determinado grau de conhecimento. As gaivotas aproveitam esses espaços para se banharem, para se refrescarem num dia de muito calor. Aproveitam também para encontrar ali alimento, alimento esse que nós deitamos fora por acharmos que esses restos já não são dignos de se comer. As gaivotas agradecem. O verde da relva, que é feita para nos contentarmos a dar uns xutos na bola, é lhes como uma erva medicinal e curandeira, servindo para a limpeza de todo o organismo. Porém, as gaivotas, indirectamente servem também para fazerem de mostra. Aqueles que estejam por ali a pensar podem vir a pensar: “Olha que giro, umas gaivotas por aqui”.

Foto por: João de Matos
Máquina: Casio Exilim 3.2
Local: Charneca de Caparica
Programa: Casio Digital Camerca Software
Música: No hay igual (Nelly Furtado)





