"Eres tan bonito, eres así de grande que no tenias fin; Solo puedo pensar en ti, me gustaría que los días fueran segundos para verte pronto cerca de mi" D.M.
Te dejamos Madrid
Con la huella que siempre nos vendrás
Y voy a pedirte que tornes siempre
Quiero vivir con esa fantasía de poder volver
Quiero vivir con esa alma de ganas de vivir
Te contamos como somos, estamos e seremos.
Y Madrid si tú no vuelves maravilla no sabemos lo que haremos.
Cada noche era un sueño que nos hacia compañía.
Al final, Madrid es vivir y volver.
Y nuestras ganas de vivir
Hasta siempre, Madrid
(no supimos como llegamos a este momento)
Sou naturalmente imperfeito, o que faz de mim uma pessoa particularmente especial.
Llévame al fundo de la soledad, donde yo encuentro la verdad, mientras tú no estás.
O nosso estranho caso
Quero-te dizer uma coisa. Pode parecer-te estranho (como tudo o que somos para nós), mas “acho” que estou a gostar de ti.
Cada vez mais acredito que não importa a quantidade de tempo que nos conhecemos, mas a maneira como vivemos intensamente o nosso tempo.
E assim, sem dúvidas, apetecia-me ser livre, no todo que a palavra significa para ti e para mim. Ficávamos os dois a olharmo-nos e depois a vermo-nos, como “sempre” fizemos, mas desta vez, que seria a primeira vez, sem restrições ou compromissos. E ao contrário dos comuns, nós na nossa singularidade, limitávamo-nos ao metafísico. Afinal, o físico sempre ficou à parte.
Não há nada como estar perto de ti.
Basta um olhar para nos entendermos tão bem.
Pode ser sedução. E é olhar-te uma vez mais.
E sentimo-nos bem.
Concretizaram-se os olhares de bate e foge e os encontros pouco ocasionais que eram (e são) na verdade bem intencionais, mas que não nunca foram combinados.
Ainda não sei quem és, mas gosto do que conheço. Será possível apaixonarmo-nos pelas palavras?
Continuaremos com a nossa estranheza que é unicamente nossa.
Não quebro promessas meu amor,
o como é isto,
o que tomo no peito
e te entrego nas mãos:
A solidão da minha cama está igual,
é tudo demasiado banal
para a minha mente retorcida.
Foste-te embora
sem deixar nenhuma ferida
nos meus pés,
que aquecias quando te chamava
para me fazeres companhia.
Tens memória das histórias
que me contaste quando cheguei?
Quando me mostraste a cidade
e me abriste ao que sou.
Sabes que te dou tudo,
mesmo quando me iludo
com paixões passageiras...
Não se comparam às tuas canções,
que ainda oiço de vez em quando
nos dias em que a tua voz
ecoa nos meus ouvidos...
quando há alaridos
que só tu podes compreender.
Sinto falta de beber
as tuas palavras inocentes,
que de uma forma egoísta
quero que ainda sejam
tão incoerentes como as minhas.
Sonho connosco em lusco fusco
e fujo quando molho o papel
e esborrato as letras,
tão difusas como nós.
Tu sabes João,
que o meu coração é teu...
E vai ser para sempre,
mesmo quando estejas doente
por outro alguém que não eu.
Há amores assim...
E se chegar um fim,
temos sempre as nossas cartas,
escritas ou não,
mas sempre de amor.
Porque não há maior virtude
do que a inquietude do ser.
(Este poema não é de minha autoria. A autora é uma pessoa que quero muito. Gracias mi amor. Eres un sin fin de te quiero)
Poso la frente sobre el Río Tajo
Hundo mis sueños por tu cariño
Busco el origen de las cosas
De las cosas simples que me hacen caminar
Llévame al centro tu alma, al nascer de la verdad
Y solo contigo yo quiero quedarme
Y voy ser infinito en nuestros besos
Es que tengo miedo de la soledad
Y busco todo en los sueños solo porque tú no estás.
“Procura-se pessoa inteligente com sentido de humor, disponibilidade para conversar sem ser banal, que ature birras por perfeições e que no final de um dia em que tenha sido o pior dos namorados me diga: mas eu gosto de ti.”
Poderia ser um protótipo de um anúncio escrito por mim.
Pode parecer arrogante, mas não me sinto culpado por este sentimento de impunidade em relação ao “Amor”.
Não sou exigente nas palavras – só peço um gosto de ti – e não imponho aqueles vocábulos melosos e apaixonados que todos dizem. Quero algo diferente e que realmente me complemente e que me faça completar alguém.
E eu que até costumava acreditar no “Amor” vejo-me agora a braços com uma forte apatia.
Só peço um encosto.
Depois de hoje, senti-me como nos inícios: uma imensa vontade de chorar.
Senti saudades de tudo aquilo que vivemos que nos tornou tão Nós como hoje somos.
Olho para ti com uma imensa vontade de te prender e ficar agarradinho a ti.
Foste única.
Sabes, deixei-me apaixonar por ti.
Tento saber como vai ser sem estar ao pé de ti.
Gostei deste nosso pequeno pedacinho de hoje.
Afinal, vivemos ali tudo aquilo que vivemos desde que aqui estamos.
Não te quero dizer adeus.
Não me quero despedir.
Estou preso a ti.
Só penso na hora em que nos poderemos ver.
Solo quiero volar si tú vuelas conmigo.
Hay tantas estrellas en el cielo escuro.
Hay tantos vientos lentos en la noche fría.
Y no puedo dejar de pensar que ya fuimos.
Hay tantos espíritus en todo el aire que no puedo dejar tus manos.
Yo sólo quiero irme lejos y pensar que no pasó nada.
Haces todavía parte de mi plan, estás en todo lo que escribo y cada palabra que escribo me parece que es tuya.
Esto es lo que sueño para ser real. Esta es nuestra realidad.
Hay tantas expresiones en tu cara que no sé cual elegir.
Y toda esta pérdida solo hierre mi corazón porque todavía eres importante para mí.
Solo quiero volar si tú vuelas conmigo.
Pensé mejor.
No sé si alguna vez te amé.
En realidad, yo no sé quién eres en realidad nuestra realidad – todo es tan incierto.
Me siento enojado con los que creen tus mentiras como verdad.
Pero, ¿quién eres tú?
¿Tú eres todo lo que has construido o tu arte todavía es pura e ingenua?
Vuelve a ser lo que eras para mí y lo que eras para ti.
Extraño ese momento cuando corríamos a la orilla del mar.
Fue lindo.
Aquellos tiempos cuando nos escapábamos de nuestras casa para caminar por las noches y meternos en las casas abandonadas para pasarla juntos: tus besos, tu forma de acariciar y tu labios y mis ocurrencias y así nuestra pasión
Te extraño mucho.
Te echo de menos.
Como quisiera desaparecer y convertirme en un alma para poder cuidarte por siempre hasta que nos unamos en la eternidad.
Te quiero mi amor, pero no estás aquí.
Nunca imaginei bem o que seria ser alguém, até que numa noite escura e fria como a de hoje me levaste a ver-te brilhar como se fosses um estrela.
Ouvimos, só os dois, as vozes de niguém e fizeste-me um caçador de sonhos.
De repente, sentimos que tudo mudou.
Podemos sempre tentar enriquecermo-nos no desperdício de estarmos sós, ou empobrecemos numa companhia vazia inalterável.
Navegamos numa constante necessidade de sermos mais do que aquilo que somos só para realmente afirmarmos que não somos aquilo que não queremos ser.
E assim, sem sabermos, passamos a vento que vai e não mais volta.
Puzzles, post-its e outros retalhos.
São assim os sentimentos de quem pensa que vive numa indiferença de sentimentos.
Não, de facto, não. O ardor quente de outrora voltou, não tão forte e aceso, mas voltou. Afinal, ainda não me és indiferente.
Este monte de tralha de sentimentos pertence-me e sobretudo, pertence-te.
Se um dia poderíamos ter construído uma muralha de um castelo e segurarmos todas as peças, hoje apenas podemos colar papeis. Daqui a um tempo teremos que os descolar. É como esta sociedade: aproveitar tão só e apenas o que é imediatamente bom.
Puzzle já era, não temos o essencial, a areia e todos aqueles pequenos grãos que nos faziam tão únicos.
Post-its podemos tentar, daqui a uns meses já não estão do placard central do que somos (?).
Retalhos, que serão? Mais um forma bonita de dizer que somos qualquer coisa mesmo não sendo.
Só quero palavras soltas.
Silêncio.
Deixem-me um pouco de tempo. Tempo para mim próprio ter tempo para mim. Entendem?
E se um dia eu deixar de ter tempo?
Só quero palavras soltas.
Quero-me negar ao ódio, viver a angustia alheia, sentir de perto a confusão dos sentimentos realmente sentidos e, por fim, tocar nos gestos inacabados.
É a sensualidade arrogante que se constrói dentro de ti para mim que me completa.
É estar junto de ti. Sem obrigações.
A vida é um privilégio de todos. Não é só teu.
Com aquilo que experimentamos, tudo nos leva acreditar que as pessoas estão connosco o tempo que têm que estar. É como uma fórmula necessária de aprendizagem mútua que se esgota.
Na verdade, demos tudo aquilo que tínhamos para dar num só momento – a fórmula esgotou-se.
Ou, ninguém chega a dar tudo aquilo que tem?
Talvez um dia te volte a convidar para um café. Melhor, espero que me convides para um café.
Terminará, pelo menos, por instantes, aquela fria barreira física e até emocional que nos afronta, mas que sabemos que é ultrapassável.
Só sei falar de amor, não sabendo falar dele.
Pedi que me deixasses um pouco.
Foi só um tempo para eu simplesmente voltar a viver. Carinhosamente despendeste esse tempo que era só meu, mas que consideravas só teu.
Amarguradamente sinto falta de tudo aquilo que foste para mim - de tudo aquilo que sonhei que um dia foste para mim.
Sinto falta de todas aquelas fantasias que me impunhas como realidade única, afinal, tudo aquilo não passava disso mesmo, caprichos.
Só sei falar de amor, não sabendo falar dele.
Sabes, descobri que eu sou tão tu e tu vives só para o teu eu.
Não consigo entender aquelas afirmações que fazes sem pensares no que sinto, no que penso, no que eu hipoteticamente sou para ti.
E se um dia eu te disser que já não vou estar aqui?
Talvez seja do silêncio pavoroso dos meus olhos que nunca me quiseste dar uma resposta simples.
Nem tudo na vida tem um porquê, talvez tenhamos sempre que viver com um mas.
Eu preferia um sim ou um não, sem construções ou justificações.
E se um dia voltarmos a ser aquele que sempre fomos?
Tenho saudades das tardes de verão numa falésia a ver o por do sol por cima do mar. É uma das coisas que fazíamos que eram tão genuinamente nossas.
Hoje não passamos despercebidos um ao outro, sabemos que nos afectamos, mas casmurros continuamos nesta apatia que me entristece cada vez que estou contigo.
Volta, eu perdoou, se já perdoei coisas piores, porque não a ti.
Perdoa-me também.
Não sei falar de amor.
Apercebi-me hoje ao ver bater a chuva nos vidros que não sei falar de amor. Das duas grandes paixões que tive, guardo delas o melhor, esquecendo o pior por muito mau que me tenha feito.
Apercebi-me que, sem querer, guardo ainda aquele pequeno (e quase mesmo infinito) sentimento de pertença como se ainda, de alguma forma, houvesse algo que fosse ainda meu.
Tenho que me esquecer do que já vivi.
Mais uma vez, ponho-me em causa nos laços de amor.
E eu não sei falar de amor.